terça-feira, 13 de julho de 2010

Fração

Primeiro o sorriso,
Penetrante, perturbador e perfeito.
De repente o abraço,
A união de duas forças em busca de um só objetivo
Era o beijo, despretencioso,
A soma de duas vontades necessárias.
O encontro dos lábios disfarçava as pulsações,
Em ritmo desigual o coração saltava.
A gravidade tornára ínfima, detalhe.
Flutuava, com destino, mirando o infinito...
Sirius era guia,
Rumava à Terra do Nunca.
Há muito inanimado, o sentimento, ganhou vida,
Como um brinquedo que vive longe dos olhares.
Com apetite insaciável devorou as idéias,
Invadiu, conquistou e tomou conta da mente.
Estranhamente simples,
Simplesmente delicioso.
Personagens de nossa própria criação.
Entre desenhos e músicas, descobertas;
A cada passo mais certeza.
Falando e vivendo um turbilhão de coincidências.
Explicar o que está acontecendo, não é comum.
Isso tem um só nome seja em qual língua for 

*_ _ _ _

Preencha a lacuna!

5 comentários:

  1. Tão fácil se perder nesse seu universo...
    As vezes não precisa pó mágico pra voar, só pensar em algo bom já te leva à Terra do Nunca.
    ...Deixe a lacuna ficar subentendida.

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  2. Acho que isso nem nome tem.
    Tentam nomear de várias formas algo tão profundo que está além da nossa compreensão.

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  3. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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  4. Talvez um certo sentimento transborde a lacuna, mas nao se assuste. Ele é assim abusado sem tamanho apenas... CHEGA!

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