Neste mês eu não escrevi nada de útil
Não postei nada por aqui
Não que esse mês não tenha sido bom.
Mas eu bem que queria esquecer boa parte dele!
Com alguns dentes a menos, algumas experiências a mais,
Umas memórias bacanas e outras queixas (algumas banais!),
Esse mês se foi e eu agradeço hoje por ele chegar ao fim!
Valeu Setembro de 2010!
Ainda bem que você não voltará nunca!
Nessa salada que existe na minha cabeça, o molho é só uma pequena parte, os seguidores são o tempero, e todos sabem que o tempero é que dá o sabor !!! =)
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Empate
O tempo passa
Devagar,
S e a r r a s t a n d o . . .
Contínuo e inconstante se esvai,
Sumindo e consumindo.
A espera, cada vez mais, aflige;
Transforma o relógio em inimigo.
Em compassos desregrados um coração espera...
Espera se perder no calor de um "EU TE AMO!";
Se encontrar em um olhar;
Morrer em um "ADEUS!".
Saber as respostas não é prioritário,
As questões podem ser esquecidas e dar espaço ao silêncio.
Serpenteando pelo corpo, uma sensação de plenitude,
Que assusta, faz, estranhamente, bem.
Os protestos, involuntários, do coração, acabaram com as "corretas" certezas da mente.
Guerreiro de contos, saiu pelo mundo;
Lutou com relógios e caminhos de pedra;
Venceu batalhas épicas e sofreu...
Sofreu muito mas não deixou de bater.
Curado e pronto para novas aventuras o coração se armou,
Em vão...
Foi conquistado!
Hoje não é dono de si e, mesmo assim,
É mais feliz do que nunca imaginou ser!
Pulsa no peito esse coração feliz,
Urra de alegria por estar perdido no sorriso mais lindo e por se encontrar no olhar mais sincero.
No jogo da conquista ele preferiu empatar,
Sua melhor escolha.
sábado, 7 de agosto de 2010
Fim de fábula
E tudo que um dia eu te disse era real,
Você só precisava acreditar;
Sua falta de fé e meus dizeres improváveis nos trouxeram até aqui;
Aproveite a ternura do silêncio e o carisma do tédio.
Descobrimos juntos a beleza da dor;
A força sobrehumana dos insultos;
O mais puro perfume do desprezo.
Sejamos, portanto (e finalmente), felizes!
Sem as torturas e putrefações do calor fantasioso,
Editando o teatro e a mitologia.
Agora, apenas, simplórios,
Pacatos cordeiros da massa sem brilho;
Sejamos comuns.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Fração
Primeiro o sorriso,
Penetrante, perturbador e perfeito.
De repente o abraço,
A união de duas forças em busca de um só objetivo
Era o beijo, despretencioso,
A soma de duas vontades necessárias.
O encontro dos lábios disfarçava as pulsações,
Em ritmo desigual o coração saltava.
A gravidade tornára ínfima, detalhe.
Flutuava, com destino, mirando o infinito...
Sirius era guia,
Rumava à Terra do Nunca.
Há muito inanimado, o sentimento, ganhou vida,
Como um brinquedo que vive longe dos olhares.
Com apetite insaciável devorou as idéias,
Invadiu, conquistou e tomou conta da mente.
Estranhamente simples,
Simplesmente delicioso.
Personagens de nossa própria criação.
Entre desenhos e músicas, descobertas;
A cada passo mais certeza.
Falando e vivendo um turbilhão de coincidências.
Explicar o que está acontecendo, não é comum.
Isso tem um só nome seja em qual língua for
*_ _ _ _
Penetrante, perturbador e perfeito.
De repente o abraço,
A união de duas forças em busca de um só objetivo
Era o beijo, despretencioso,
A soma de duas vontades necessárias.
O encontro dos lábios disfarçava as pulsações,
Em ritmo desigual o coração saltava.
A gravidade tornára ínfima, detalhe.
Flutuava, com destino, mirando o infinito...
Sirius era guia,
Rumava à Terra do Nunca.
Há muito inanimado, o sentimento, ganhou vida,
Como um brinquedo que vive longe dos olhares.
Com apetite insaciável devorou as idéias,
Invadiu, conquistou e tomou conta da mente.
Estranhamente simples,
Simplesmente delicioso.
Personagens de nossa própria criação.
Entre desenhos e músicas, descobertas;
A cada passo mais certeza.
Falando e vivendo um turbilhão de coincidências.
Explicar o que está acontecendo, não é comum.
Isso tem um só nome seja em qual língua for
*_ _ _ _
Preencha a lacuna!
domingo, 6 de junho de 2010
Velório da verdade
Fingir que não se sabe ou não saber fingir?
Os laços de entendimento se foram
Junto os desejos marcantes, pungentes.
As cores, agora tão cinzas, penteiam as idéias.
Trazem, em rumores extrovertidos, notícias de Anúbis;
Plagiando alucinações, aceitando as divagações.
São pesados o coração e a pena da verdade.
É esse o túmulo das conjecturas.
Nada mais que ambições e palavras ao vento.
Tolos, ou não, continuam os devaneios sem propósito aparente.
As promessas não passam de promessas e seguimos em frente;
Praticamos o Ilusionismo como religião e bipolarizamos por opção.
Os laços de entendimento se foram
Junto os desejos marcantes, pungentes.
As cores, agora tão cinzas, penteiam as idéias.
Trazem, em rumores extrovertidos, notícias de Anúbis;
Plagiando alucinações, aceitando as divagações.
São pesados o coração e a pena da verdade.
É esse o túmulo das conjecturas.
Nada mais que ambições e palavras ao vento.
Tolos, ou não, continuam os devaneios sem propósito aparente.
As promessas não passam de promessas e seguimos em frente;
Praticamos o Ilusionismo como religião e bipolarizamos por opção.
sábado, 5 de junho de 2010
Bailarina
Em um lugar, supostamente grandioso,
torna-te imensa por teus atos e dedicação.
Como a música, linda, de puras melodias, flutua, encanta...
O sorriso leve, como uma brisa da manhã,
Inebriando os mais afortunados, os que podem estar ao seu lado.
A esperança de vê-la, flutuando, feliz, é parte agora do meu Ato.
Dança Bailarina! Dança!
Levanta-te em vôos cada vez mais altos!
Faz do teu mundo o mais belo palco.
Vem girando e feliz tornar melancolias em felicidade.
Musa dançante, moça da caixinha de corda.
Torna-te, em momento, mais que realidade.
torna-te imensa por teus atos e dedicação.
Como a música, linda, de puras melodias, flutua, encanta...
O sorriso leve, como uma brisa da manhã,
Inebriando os mais afortunados, os que podem estar ao seu lado.
A esperança de vê-la, flutuando, feliz, é parte agora do meu Ato.
Dança Bailarina! Dança!
Levanta-te em vôos cada vez mais altos!
Faz do teu mundo o mais belo palco.
Vem girando e feliz tornar melancolias em felicidade.
Musa dançante, moça da caixinha de corda.
Torna-te, em momento, mais que realidade.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Insignificado
Desfazendo-me de inutilidades,
Inutilizando meias verdades;
Um complexo de grandeza, um menosprezo à clareza.
Cicatrizes lembram o que foi, um dia, uma dor profunda.
Procurando uma lucidez, nesse Oceano turbulento,
E os demônios, dentro da cabeça, muitos amores revivendo.
Tudo é tão pequeno e ao mesmo tempo tão profundo...
A miscelânia de sentimentos atordoante, inquietante
Provoca, aqui, o que há de mais imundo.
Cigarros e doses alcoólicas fazem sala,
Entorpecendo, enlouquecendo, adoecendo.
Um violão, toca ao fundo, triste.
Minha voz, acompanhando a tristeza, quase não existe.
Percebendo um fim, eu corro,
Corro como menino,
Em busca de uma maioridade,
Procurando algo bom; procurando a felicidade.
Deitado, no chão, imagino um céu estrelado e vôo.
Minhas asas cortadas impedem o sonho e, acordado, caio.
Amanhã será um outro dia...
A manhã chega e junto minha agonia.
Usando artifícios fictícios engano a mim mesmo.
Fingindo buscar a plenitude nessa cidade
Ao mesmo tempo fugindo de todos e da realidade.
Insignificante, sem pudor;
Sou, agora, o signficado de "dor".
Inutilizando meias verdades;
Um complexo de grandeza, um menosprezo à clareza.
Cicatrizes lembram o que foi, um dia, uma dor profunda.
Procurando uma lucidez, nesse Oceano turbulento,
E os demônios, dentro da cabeça, muitos amores revivendo.
Tudo é tão pequeno e ao mesmo tempo tão profundo...
A miscelânia de sentimentos atordoante, inquietante
Provoca, aqui, o que há de mais imundo.
Cigarros e doses alcoólicas fazem sala,
Entorpecendo, enlouquecendo, adoecendo.
Um violão, toca ao fundo, triste.
Minha voz, acompanhando a tristeza, quase não existe.
Percebendo um fim, eu corro,
Corro como menino,
Em busca de uma maioridade,
Procurando algo bom; procurando a felicidade.
Deitado, no chão, imagino um céu estrelado e vôo.
Minhas asas cortadas impedem o sonho e, acordado, caio.
Amanhã será um outro dia...
A manhã chega e junto minha agonia.
Usando artifícios fictícios engano a mim mesmo.
Fingindo buscar a plenitude nessa cidade
Ao mesmo tempo fugindo de todos e da realidade.
Insignificante, sem pudor;
Sou, agora, o signficado de "dor".
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